segunda-feira, 19 de junho de 2017

O CINQUENTENÁRIO DO FESTIVAL MONTEREY POP



Reportagem visualizada apenas para membros vip do blogger.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

domingo, 30 de abril de 2017

JERRY ADRIANI E BELCHIOR, ARTISTAS RECENTEMENTE FALECIDOS, TINHAM UM PÉ NA MPB E O OUTRO NO ROCK

Matéria escrita em tempo real.

segunda-feira, 20 de março de 2017

MORRE CHUCK BERRY, O PIONEIRO DO ROCK AND ROLL?








TEXTO: Emerson Links.






  O mundo nunca mais será o mesmo, certamente estou falando do mundo do rock que, a cada dia que passa está perdendo seus principais expoentes do século XX. Lembro que, em 2009, quando tive a oportunidade de conhecer pessoalmente Chuck Berry e consequentemente assistir o seu show, no Bourbon Country, em Porto Alegre, fui um entrevistados, durante o coquetel realizado na recepção do local. A jornalista era Katia Suman, baiana radicada na capital gaúcha, que fez parte da história do rock gaúcho dos anos 80. Ela me indagou, não lembro muito: "Chuck é o pai do rock?". "A questão sobre a paternidade do gênero envolve muita polêmica há décadas. Foi então que oportunamente, respondi: "Se Chuck Berry é O PAI DO ROCK, Elvis é O REI e Little Richard certamente A MÃE". Todos os presentes caíram na risada. Queria eu ter uma cópia deste pequeno trecho do seu programa para apresentar aqui, mas infelizmente o Grupo RBS, afiliado da Rede Globo, não fornece cópias para terceiros (Leia-se que fui considerado "terceiro", uma vez que sempre dei entrevistas inúmeras vezes a essa emissora de TV). Enfim, deixa pra lá...



  Se alguém algum me perguntar quais foram os dias mais felizes de minha vida, certamente irei incluir o dia que assisti a esse show de Chuck Berry, onde boa parte do andamento de suas músicas nada mais lembravam os anos dourados do rock. Nada disso importou. Ele podia estar doente, tocando fora do tempo, como de costume (isso vem muito antes das filmagens do longa-metragem "Hail Hail Rock and Roll", idealizado pelo guitarrista não menos lenda viva, Keith Richards), mas, valeu mesmo estar presente fisicamente, respirando o mesmo ar, de um artista que criou os primeiros hinos de guerra da juventude mundial. Conhecer Chuck Berry foi para mim o mesmo que um historiador conhecer Pedro Alvares Cabral pessoalmente. A personalidade, neste caso, compensava mais que a música, cujo seu artista-criador demonstrava sinais de exaustão por motivos de saúde altamente visíveis. Ao contrário de um trintão mal educado que não parava de resmungar e que tive vontade dar uma surra, um anão roqueiro suportava ser esmagado pela plateia gritando "The Champ" a todo instante. Eis a diferença. Houve um momento cômico de Chuck convidar a plateia feminina para subir ao palco para um dançar um rock e um rapaz ser barrado por ele logo na subida. E eu documentando tudo em fotografia, porque infelizmente, minha câmera de alta definição estava no conserto. Um fotografo com pinta de modelo fotográfico prometeu me passar umas fotos também, mas no meio de uma confusão perdi o cartão do bolso. Eu poderia escrever toda uma crônica sobre essa noite inesquecível, porém deixarei isso para alguma autobiografia, caso um dia isso se torne indispensável.
  Pois bem. Realmente, falar da história de rock nos tempos atuais oferece riscos como ter que aguentar internautas analfabetos que, em sua maioria, desconhecem como tudo começou. Na noite que recebi a notícia de morte de Chuck Berry, flagrei uma adolescente metaleira dizer que ele era ruim. Realmente é muito difícil, para um jovem de hoje curtidor de som metal, ou mesmo uma patricinha consumidora de funk ou música eletrônica, acreditar que a música do cantor e compositor possa ter sido tão revolucionária décadas atrás e que tenha, até mesmo, influenciado artistas que essa galera alienada tanto aprecia ou que já ouviu falar. Só para lembrar Chuck Berry, nascido em 18 de outubro de 1926 (se o wikipedia não estiver errado), influenciou uma lista extensa de astros incontestáveis como The Beatles, The Rolling Stones, Bob Dylan, Led Zeppelin, Bruce Springsteen, entre outros. Obviamente que alguns seletos curtidores de metal e cocotinhas conhecem, sim, a história do rock, aquela que originou o surgimento do rock pesado. Estes fazem parte de uma minoria inteligente que, embora não tenham vivido os anos 1950, reconhecem a importância dos artistas e bandas pioneiras. A verdade é que os padrões de rebeldia eram outros, pois mesmo não existia a palavra "rebeldia" no vocabulário jovem. Portanto, o rock and roll era bem primal e fundamental na época em que surgiu.
  Desde os anos 1940, em muitas instâncias musicais o rock and roll já tentava se manifestar, porque, em sua essência, segundos um grande número de historiadores, nada mais era que a fusão da música branca (country) com a música negra (o blues). Primeiramente, o que se ouvia um pouco no jazz anunciava o que estava por vir de modernidade na segunda metade do século XX, acrescentando aí o blues rural cantado pelos plantadores de algodão e por muitos cidadãos desempregados no sul dos Estados Unidos que não encontravam outra forma de expressão mais eficiente para expressar a sua dor existencial. Até o primeiro estilo de dança que caracterizaria a primeira geração do rock and roll era nada mais e nada menos que o jitterbug, muito praticado pela juventude dos anos 1940, mas sem sombra de dúvida, os primeiros sinais de consistência (existência) do rock and roll já estavam impressos nos intérpretes e grupos de country and western, rhytm and blues e boogie woogie.




  Vale lembrar que embora Chuck Berry seja considerado o "Pai do Rock and Roll", por muitos admiradores e que eternamente chamem Elvis Presley de "O Rei do Rock", cabe ressaltar que antes destes ainda tivemos o Rei da Jukebox, Louis Jordan com "Caldonia" (1945), Big Joe Turner com "Rock the Joint Boogie" e "Shake Rattle and Roll", embora "Roll" tenha sido composta antes (1938), e finalmente Jackie Brenston e Delta Cats com "Rocket 88" (1951), considerado por muitos estudiosos o primeiro rock and roll oficial. Imagine só, que três anos depois, ainda surgiria o primeiro grupo de rock and roll dito oficial que faria sucesso com "Rock and Around O'Clock" (1954). Mesmo que ainda esta gravação tenha sido alavancada mundialmente apenas um ano depois, com o sucesso do filme "Sementes da Violência" e posteriormente "Ao Balanço das Horas", fica, até hoje, o sentimento de justiça quanto a paternidade do rock and roll geram as maiores polêmicas. Entretanto o fato de Chuck Berry ter surgido somente no hit parade branco, via Alan Freed e outros DJs, a partir de 1955, suas canções originais e ritmo ficaram impressos no universo adolescente de forma bem mais eficaz que os heróis do rhythm and blues. Berry havia sido o criador dos primeiros solos criativos de guitarra e também era performático incomparável com seu "duck walk". Suas canções, lançadas inicialmente pela Chess Records, foram sucessos em todo o globo terrestre: "Roll Over Beethoven", "Sweet Little Sixteen", "Johnny B. Goode" (esta, por sinal, virou sua marca registrada). Talvez, entre os cantores negros, o único rival a sua altura fosse Little Richard, que também deixou marcas profundas no pioneirismo do rock and roll. Richard era tão eletrizante no piano quanto Chuck o era na guitarra. Posteriormente, um cantor e músico branco, também norte-americano, Jerry Lee Lewis, posteriormente se tornaria seu autêntico rival. Lewis era a versão envenenada de muitos artistas que se espelhavam em Elvis Presley e possivelmente o único a se equiparar no piano com Little Richard.




 



Em seu turno, Chuck Berry queixava-se do preconceito e da superioridade do mundo governado pelos brancos. Foi perseguido pela imprensa nos anos 50, durante o escândalo da payola, a crise que pegou de jeito a primeira geração de artistas do rock and roll. Da noite para o dia, astros foram vítimas de perseguição por parte da imprensa conservadora enquanto outros morreram (Buddy Holly, Ritchie Vallens e Big Booper, três ídolos de uma vez só em um bimotor que caiu do céu em 3 de fevereiro de 1959; Eddie Cochran, que estava em turnê pela Inglaterra e que faleceu em um acidente de táxi, de onde escapou com vida seu amigo Gene Vincent). Enquanto Elvis Presley ia prestar o serviço militar; Little Richard, após se salvar de um acidente aéreo converteu-se a Igreja Protestante tornando-se pastor e culpou o rock pelos "pecados" cometidos (Richard, como ele próprio conta em sua autobiografia, era gay); Carl Perkins nunca mais foi o mesmo depois de um acidente de carro (a  tal ponto de Elvis fazer mais sucesso que ele com "Blue Suede Shoes"); Bill Haley, diante de vários ídolos jovens viu seu espaço diminuir, uma vez que até um Frankie Avalon podia ser chamado de rock and roll em tempos que aquilo que cantava estava mais para música pop branca; pior mesmo foi Jerry Lee Lewis ser tirado da mídia por causa do seu casamento com Myra Gail Lewis, sua prima de 14 anos; pior ainda foi Chuck Berry sair de cena ao ser acusado por tráfico de escravas brancas. Esse painel de crises nas carreiras de vários músicos e cantores, também, culminou na perseguição daquele que, por algum tempo, também era chamado de "O Pai do Rock" (pelos ouvintes americanos), o senhor Alan Freed, que tinha colocado a música jovem nos ouvidos da garotada. Freed morreu pobre e devedor de impostos, no entanto, Dick Clark, como era rico e bonito, pagou jabá ao governo e foi liberado. No lugar do rock and roll de raiz entrou o twist (com Chubby Checker, apesar de talentoso, dando uma rasteira em seu verdadeiro criador, Hank Ballard) e canções açucaradas de galãs fabricados em estúdios como Fabian e congeneres invadiram as paradas de sucesso. Era o fim de uma época dourada.









  Após sair da prisão, Chuck Berry encontrou nos anos 1960, nomes que o reverenciariam e seriam responsáveis pela segunda geração do rock and roll: The Beatles, The Rolling Stones, The Who, The Animals, The Beach Boys, isso sem falar em toda a galera do soul e do próprio country sobrevivente que, também, a reboque se expressaria através da nova música folk. Os Stones, enquanto não eram compositores dos maiores clássicos, muito regravaram os sucessos de Berry, tais como "Around the Around" e "Come On", que ganharam uma roupagem tão revitalizada que todo mundo pensava que era Mick Jagger o pioneiro do "novo ritmo", em tal ocasião do lançamento. Os Beatles fizeram o mesmo, vendendo horrores de discos (vide o álbum "Beatles for Sale", lançado em dezembro de 1964, pela Parlophone Records. No Brasil e no resto do mundo, muitos foram as bandas que beberam na fonte do grande pioneiro do rock , muitos tentaram imitá-lo, mas jamais alguém foi chamado de "o novo Chuck Berry". Apesar de ter aparecido em muitos filmes dos anos 50, o pioneiro ganhou um filme-show chamado "Hail Hail Rock and Roll" (1987) e sua música foi referência temporal em longa-metragens de sucesso como "De Volta para o Futuro", dirigido por Robert Zemeckis e com o ator Michael J. Fox, como protagonista do filme, cantando "Johnny B. Goode", (1985) e "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino, (1994). Este por sinal revitalizou a carreira de John Travolta que, numa cena memorável dança "I Never Can't Tell" com Uma Thurman num restaurante temático que tinha como empregados sósias de ícones dos primeiros anos do rock e do cinema na América.

                           




  O mito de um dos maiores pioneiros do rock and roll sobreviveu ao século XXI, como no show que eu tive a oportunidade de assisti-lo no Brasil, em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Em tempos em que o rock ficou em baixa no país do carnaval, de uma geração que só ouve música popular de baixo nível nas rádios, foi uma surpresa ter flagrado cidadãos de todas as idades cantando e dançando ao som de "Maybelline" (canção de 1955). Sobre essa noite especial, muitos momentos marcantes ficarão em minha memória enquanto eu existir. Muitos eu já contei no início desta matéria. Ah! Nunca vou esquecer quando Chuck ficou surpreso ao indagar qual seria a próxima música a ser tocada. Todo mundo unanimemente gritou: "Maybelline". E ele repetiu espantado o mesmo nome da música. Prova de quem nem tudo estava perdido, todos os presentes conheciam seu trabalho, inclusive garotos de 14 anos. Quem nos dias de hoje consegue tamanha influencia???
  Aqui, não irei falar de sua morte e muito menos como os paramédicos encontraram o consagrado rocker porque para mim ele continua vivo. Seu disco último disco gravado seria lançado nos próximos dias de março de 2017. Assim como Elvis Presley e outros tantos que me influenciaram, até mesmo em outras áreas que atuo, o som de Chuck Berry faz parte da minha existência, desde que me conheço por gente. Possivelmente como ele foi o único artista escolhido para representar o rock and roll numa cápsula jogada ao espaço para ser encontrada provavelmente por seres de outros planetas. Fica, aqui, o recado para àqueles que desconhecem a sua importância na história da música popular do século XX.




Discografia

Álbuns de estúdio

Rock, Rock, Rock (com The Moonglows e The Flamingos) (1956)

  • After School Session (1957)
  • One Dozen Berrys (1958)
  • Chuck Berry Is on Top (1959)
  • Rockin' at the Hops (1960)
  • New Juke-Box Hits (1961)
  • Two Great Guitars - Bo Diddley & Chuck Berry (1964)
  • St. Louis to Liverpool (1964)
  • Chuck Berry in London (1965)
  • Fresh Berry's (1965)
  • Chuck Berry's Golden Hits (1967)
  • Chuck Berry in Memphis (1967)
  • From St. Louie to Frisco (1968)
  • Concerto In B. Goode (1969)
  • Back Home (1970)
  • San Francisco Dues (1971)
  • The London Chuck Berry Sessions (1972)
  • Bio (1973)
  • Chuck Berry (1975)
  • Rock It (1979)
  • Chuck (2017)

Ao vivo[editar | editar código-fonte]

  • Chuck Berry on Stage (1963)
  • Live at the Fillmore Auditorium (1967)
  • The London Chuck Berry Sessions (1972)
  • Chuck Berry Live in Concert (1978)
  • Alive and Rockin' (1981)
  • Chuck Berry Live (1981)
  • Toronto Rock 'n' Roll Revival 1969 Vol. II (1982)
  • Toronto Rock 'n' Roll Revival 1969 Vol. III (1982)
  • Hail! Hail! Rock 'n' Roll (1987)
  • Live! (2000)
  • Live on Stage (2000)
  • Chuck Berry - In Concert (2002)

Coletâneas[editar | editar código-fonte]

  • Chuck Berry Twist (1962) (reeditada nos Estados Unidos como More Chuck Berry em 1963)
  • More Chuck Berry (1964)
  • Chuck Berry's Greatest Hits (1964)
  • Chuck Berry's Golden Decade (1967)
  • Johnny B. Goode (1972)
  • Sweet Little Rock and Roller (1973)
  • Chuck Berry's Golden Decade Vol. 2 (1973)
  • Wild Berrys (1974)
  • Chuck Berry's Golden Decade Vol. 3 (1974)
  • Flashback (1974)
  • Chuck and His Friends (1974)
  • Chuck Berry's Greatest Hits (1976)
  • The Best of the Best of Chuck Berry (1978)
  • Chuck Berry's 16 Greatest Hits (1978)
  • Chuck Berry All-Time Hits (1979)
  • The Great Twenty-Eight (1982)
  • "Retro Rock" - Chuck Berry - Broadcast Week (1982)
  • Chuck Berry (1982)
  • 20 Hits (1983)
  • Reelin' Rockin' Rollin' (1983)
  • Rock 'n' Roll Rarities (1986)
  • The Chess Box (Box Set) (1988)
  • On the Blues Side (1994)
  • Roll Over Beethoven (1996)
  • Let It Rock (1996)
  • The Best of Chuck Berry (1996)
  • Guitar Legends (1997)
  • Chuck Berry - His Best, Vol. 1 (1997)
  • Chuck Berry - His Best, Vol. 2 (1997)
  • The Latest & The Greatest / You Can Never Tell (1998)
  • Live: Roots of Rock 'n' Roll (1998)
  • Rock & Roll Music (1998)
  • 20th Century Masters: The Millennium Collection: The Best of Chuck Berry (1999)
  • Johnny B. Goode (Legacy) (2000)
  • Anthology (2000)
  • Blast from the Past: Chuck Berry (2001)
  • Johnny B. Goode (Columbia River) (2001)
  • Crown Prince of Rock 'n' Roll (2003)
  • Anthology (2005)
  • Volume 2 (Chuck Berry)
  • The Definitive Collection (2006)
  • Johnny B. Goode - His Complete 50s Chess Recordings (2008) 4CD
  • You Never Can Tell - the Complete Chess Recordings 1960-1966 (2009) 4CD
  • Have Mercy - His complete Chess recordings 1969 to 1974 (2010) 4CD
  


Fonte da discografia: Wikipedia.

REPORTAGEM ESCRITA EM TEMPO REAL.

 
 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

DOCUMENTÁRIO "JOVEM AOS 50 - MEIO SÉCULO DE JOVEM GUARDA" DESPERDIÇA ELENCO DE ENTREVISTADOS E DEIXA DÚVIDAS SOBRE MÚSICAS VEICULADAS EM LONGA-METRAGEM AMADOR


Postado no you tube e sem o aval profissional da ANCINE. Será que os fonogramas das músicas foram autorizados pelas gravadoras????

Pois bem... vamos as minhas considerações.


 Sobre a história de meio século de jovem guarda, o documentário de um sujeito, nunca comentado no mercado, um tal de Sergio Baldassarini. REGISTRO, AQUI, MINHAS PRIMEIRAS IMPRESSÕES: Assisti uma cópia que um amigo colecionador tinha em DVD master. Achei estranho o cara ter feito um documentário com tantas músicas sem créditos de fonogramas cedidos por gravadoras, uma vez que cobram uma nota preta para ceder, isso sem falar nas imagens que geralmente as distribuidoras de filmes de cinema de época cobram grandes somas em dinheiro para vc usar em um filme seu. Posso estar enganado, mas me parece que foi feito tudo sem autorização expressa das editoras, gravadoras e distribuidoras. O Roberto Carlos jamais cederia música dele de graça. Ouvi no final deste documentário "Quero que Vá Tudo Para o Inferno", que é de autoria de Roberto Carlos e Erasmo. Dificilmente, a Sony liberaria uma música de graça. Nos créditos finais, na ficha técnica, nenhuma gravadora é devidamente citada abaixo de cada música e mesmo que fosse custaria horrores e ele afirma ter feito sem apoio financeiro. Então como conseguiu? Pela qualidade das imagens extraídas do you tube e não de um master original tudo soou amador, infelizmente, como quem está ingressando somente agora no mercado. Tudo muito estranho achei. Espero que eu esteja enganado a respeito e que ele não leve nenhum processo nas costas. Eu, com a BÍBLIA DO ROCK, tenho mais de 1860 entrevistados do inicio do rock e demais épocas e mesmo assim fiz as contas no papel e custaria 5 milhões de reais para usar todas as músicas que pretendo, inclusive as de Roberto Carlos. Então.. só para constar, conversando com profissionais de grandes produtoras fiquei sabendo que ninguém conseguiu fazer um filme com menos que isso, inclusive no documentário TROPICÁLIA, que ficaram de fora músicas que custavam muito caro. Por isso, achei muito estranho mesmo quando fiquei sabendo deste tal documentário sobre jovem guarda feito sem dinheiro por Sergio Baldassarini. O cara ainda usou músicas estrangeiras. Sem verba? (Ele anuncia isso antes do documentário iniciar) Impossível. Só se alguém pagou os direitos de execução para ele. Mas, com tanta música estrangeira me parece um realizador bastante ingênuo. Não adianta ele argumentar que os artistas autorizaram de boca, quem autoriza o uso de fonogramas são as gravadoras. Qualquer duvida perguntem a outros profissionais da área que isso será fatalmente confirmado. É por essas e outras que, também, não lancei nada ainda. No papel de biógrafo, roteirista e cineasta, respeito direitos de imagem e direitos autorais musicais. Ainda assim, o elemento citado, exibiu impunemente seu documentário amador numa sala de cinema de São Paulo, com o apoio de curtidores de jovem guarda, que sequer imaginam (por serem leigos) que não se trata de um filme do mercado oficial (mesmo independente) aprovado pela ANCINE. A grande realidade é que somente com uma grande soma de dinheiro, você consegue realizar um "documentário em longa-metragem AUTÊNTICO". 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

PRÊMIO ARROGANTES E CAMARADAS DO ANO 2016

 Quem diria?.. Eu e meus colaboradores escapamos com vida após o temporal de e-mails que recebemos em relação a um prêmio tão polêmico. Mesmo sem muita propaganda on line ARROGANTES & CAMARADAS DO ANO foi um sucesso em matéria de visualizações. De fato, nunca quis me envolver com esse tipo de brincadeira, mas o meio artístico-cultural andava tão careta que abri mão de parte do meu tempo e seguir em frente. Eu precisava de algo além da "Bíblia do Rock", para exercitar o meu lado de crítico e artista, daí decidi criar este prêmio. Na real, a fonte de inspiração estão em dois polos extremos: o antigo o Troféu Abacaxi (alguém lembra do saudoso Programa do Chacrinha?) e o Framboesa de Ouro (esse, sim, institucional-informal, que anualmente premia os melhores dos piores artistas e personalidades dos EUA). No caso, aqui, eu e meus colaboradores (meus simpáticos criados) achamos que soaria muito cínico escolher apenas os ARROGANTES DO ANO, por isso OS CAMARADAS entraram numa categoria compensadora (afinal de contas, quem não gosta de uma massagem no ego?..). Para uma brincadeira informal, o Prêmio adquiriu proporções não imaginadas, rendendo muitas visualizações (o ibope da internet). Quem não participou ano passado, não sabe o rolo que deu. Alguns dos próprios artistas elogiaram e reclamaram ao mesmo tempo. Foram mais elogios que reclamações, felizmente. Mas a imprensa é livre e o público também tem o direito de se manifestar e é para isso que existe essa premiação. Sobre o erro de interpretação que nossos artistas e personalidades fazem só posso dizer o seguinte: o principal problema é que a língua portuguesa comunica tudo de maneira que ninguém consegue assimilar uma informação de forma objetiva de uma vez só, sempre é necessário frisar mais sobe determinado assunto. O fato de um artista ser eleito O ARROGANTE DO ANO não significa que propriamente seja um péssimo artista. O que estamos julgando aqui é o comportamento diante do público. Este ano, novamente, o público escolherá qual profissional e artista teve o melhor e o pior comportamento no meio artístico mainstream e underground, nas artes, na cultura, na política e nos esportes.
   Nas duas áreas em que eu mais me aprofundei a vida inteira (cinema e rock), posso garantir que conheci pessoalmente boa parte dos verdadeiros artistas da história. Não por acaso continuo rodando um longa e escrevendo um livro atualmente para cada uma das bíblias que me propus assumindo um compromisso público. Enfim, concluí  que este prêmio  ARROGANTES & CAMARADAS seria a única coisa que "poucas pessoas" teriam coragem de fazer, "peitar" artistas  criticando-os em um nível cultural intensificado. Não se trata de fazer sensacionalismo aqui, esse papel deixamos para as revistas de fofocas, pois o que se faz nesse espaço é uma crítica a personalidade, ao ego, e não sobre a vida pessoal de cada um. Vivendo numa época onde a palavra "protesto" não existe mais no vocabulário  do cotidiano. Talvez, assim, confrontando opiniões, os artistas  vigentes voltem a evoluir. Neste ano, o ARROGANTES & CAMARADAS DO ANO será um dos termômetros onde poderemos saber o que o público pensa dos cidadãos que nos abastecem de arte e cultura pelo país inteiro. Para saciar os sádicos e incrementar o humor, acrescentamos novas categorias de arrogantes, como por exemplo, "os políticos", que serão eleitos arrogantes e camaradas (se é que isso é possível). Sic.
  Como sempre, será uma eleição democrática e nada elitizada  "A voz do povo e a voz de Deus", assim disse um anônimo num dia inspirado. Todo brasileiro, de qualquer idade, região do país, raça, religião e sexo (indefinido ou não) pode enviar seu voto secreto (NO CUPOM ABAIXO) através do e-mail: bibliadocinema@yahoo.com ou emerson.links@bol.com.br                                                                           

  O resultado da premiação sairá em 30 de abril de 2017 (mesmo que outro meteoro ameace cair na Terra, não se esqueçam que podemos resolver isso via Allan Kardec). Outra coisa: mais uma vez, este ano, os troféus não serão físicos e sim de efeito moral. Mas artistas e jornalistas amigos já estão se mobilizando para armar uma festa de arromba com show de bandas e tudo mais em alguma região do país para entregar os Troféus. Rezem por nós, amigos, pois, desde já, os indicados vão nos rogar pragas. Contra batuque de alguns, bonecos vodus de outros, eu e os ainda não citados amigos associados já contratamos benzedeiras de sucesso em favelas humildes. Afinal, ano passado, um roqueiro disse que ia me enviar bruxas para me atacar. Até gostei da ideia e perguntei se tais bruxas eram gostosas. E se não fossem estaria valendo, pois sou otimista e acredito naquela frase que nos conforta sempre: "o amor é cego". Além do mais, presente de grego não se discute, você engole e ponto. De graça, nesses tempos de inflação camuflada, vale até injeção na testa.
   Deixando um pouco a gozação de lado, tudo o que eu peço esse ano é mais humor, senhores. Esse prêmio não é depreciativo, pelo contrário, quanto mais criticado você for mais vão te conhecer país afora. Isso aconteceu ano passado com um roqueiro gaúcho que não entendeu a brincadeira e muito menos a turma de amigos dele. Paciência, né?... Enfim... Como muitos aficionados do rock reclamaram a razão de ter sido criada uma categoria para o "rock gaúcho" e nada para "o rock paulista" ou "carioca", decidi em reunião com meus alter-egos extinguir categorias regionais para eleger um ARROGANTE ou CAMARADA DO ANO. Quando os artistas começarem a pensar com uma cabeça de Primeiro Mundo e levarem mais na brincadeira como seus colegas gringos, nós (eu e os eleitores) voltaremos a pensar no assunto. Combinado?
   ATENÇÃO: A seleção abaixo é fruto de e-mails e posts de muitos internautas membros dos perfis dos facebook, Orkut e twitter de EMERSON LINKS e não uma escolha pessoal do autor da "Bíblia do Rock".


Os indicados para 






O ARROGANTE DO ANO  -  ROCK BRASILEIRO









(   ) TICO SANTA CRUZ.


Campeão em polêmicas, contraditório e bastante limitado em sua fluência verbal, o ídolo dos mortadelas se tornou o alvo preferido dos nossos internautas roqueiros. Enquanto perde seu tempo com discussões políticas na mídia poderia aprimorar sua música, até então, nada inovadora, mas que, por sinal, rende muitos lucros nesta sociedade capitalista que ele tanto crítica.



(   ) DINHO OURO PRETO (CAPITAL INICIAL). 
  


Cada vez mais repetitivo, acomodado e convencional, essa figura do pop rock brasileiro, jamais concede entrevista a imprensa indie. É preciso dizer mais?



(   ) PITTY.




Ainda perseguindo inutilmente o posto de RAINHA DO ROCK BRASILEIRO DO SÉCULO XXI.





O ARROGANTE DO ANO -  MPB E POP BRASIL







(   ) MARIA RITA

O alvo preferido dos nossos internautas. Simpática quando uma câmera está ligada, antipática quando o público se aproxima dela pessoalmente.




 

(   ) PAULA FERNANDES.

Recorde de reclamações do público poderia, pelo menos, compensar na qualidade musical, o que sempre deixa muito a desejar. Bem feito para quem segue essa mediocridade ambulante ajudando-a a ficar cada vez mais rica.

Fonte: http://www.jornaldopais.com.br/arrogancia-paula-fernandes-vira-a-cara-para-plateia-e-xingada-e-manda-seguranca-expulsar-menina/



(   ) DANIELA MERCURY 

     
 Tão medíocre como artista que precisa apelar até para isso.



(   ) WESLEY SAFADÃO



Dispensa comentários. Fora isso é uma completa nulidade musical.





O ARROGANTE DO ANO - POP E ROCK INTERNACIONAL


(   ) OASIS


Esta banda ridiculamente vive se comparando os Beatles. Acho que um pouco de aula de história parece fazer mal aos integrantes desta banda. Jamais gravaram um álbum como Sgt. Pepper's e jamais irão gravar.


(   ) BOB DYLAN



Musicalmente um gênio, mas como pessoa já se sabe muito sobre seu alto grau de arrogância.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/10/1825413-bob-dylan-e-arrogante-diz-membro-da-academia-sueca-apos-nobel.shtml



(    ) JUSTIN BIEBER







O ARROGANTE DO ANO - CINEMA E TV BRASIL.





(   ) LETÍCIA SABETELLA

Acusada de oportunista e atriz "decadente", obcecadamente em busca dos holofotes, dá sinais de desgaste. Sua presença na mídia em 2016, até poderia ter rendido algum ensaio sensual na Playboy ou revistas do gênero, mas, como não é mais uma patricinha isso não vingou. Toda vez que um artista empresta seu nome para algum partido político, o resultado é um tiro na perna. De lucro ficou apenas a super exposição e o apelido de "Letícia Mortadela".








(   ) JOSÉ DE ABREU
















(   ) GREGORIO DUDUVIER.


Humorista da elite branca, parcial e isento de autocrítica.












(   ) MARIETA SEVERO.





(    ) MALVINO SALVADOR.

Fonte: http://www.purepeople.com.br/noticia/malvino-salvador-enfrenta-problemas-nos-bastidores-de-haja-coracao-diz-jornal_a118893/1





O ARROGANTE DO ANO - CINEMA E TV INTERNACIONAL



(   ) ARNOLD SCHWARZENEGGER



Ainda considerado o artista que mais destrata o público, exceto quando algum apadrinhado 
ou jornalista classe A pago pede para tirar selfies ou simular um pedido de autógrafo.

Fonte: http://www.frasesfamosas.com.br/frases-de/arnold-schwarzenegger/




(   ) BRUCE WILLIS



Fonte:  http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-120168/






(   ) REESE WHITERSPOON



Fonte: http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/fotos/veja-14-famosos-que-ja-fizeram-declaracoes-arrogantes-14072014#!/foto/6







(   ) KRISTEN STEWART.


Aqui, um caso ímpar, onde talento e beleza não rimam nunca. Pior ainda é a antipatia. O público já está está esquecendo dela. Menos nós... rsrsrs


Fonte: https://www.mensagenscomamor.com/celebridades-mais-odiadas-hollywood





(   ) TOBEY MAGUIRE.

Parece que o ex-Homem Aranha é um sujeito muito mal humorado. Dificilmente alguma fã se dá bem com ele.

Fonte:  http://cinepop.com.br/quais-sao-os-melhores-e-os-piores-astros-para-pedir-autografos-64832
  





O ARROGANTE DO ANO - POLÍTICA BRASILEIRA 



(   ) LULA



(   ) EX-PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF.



(   ) RENAN CALHEIROS.




(   ) EDUARDO CUNHA.
  


(   ) O PRESIDENTE MICHEL TEMER.




(    ) AÉCIO NEVES




(   ) LINDENBERGH FARIAS 



(   ) GLEISE HOFFMANN 


(   ) JANDIRA FEGHALI




(   ) HUMBERTO COSTA


(   ) FERNANDO HADDAD.




IVO SARTORI.

Governador do Rio Grande do Sul. 





EIKE BATISTA.

Empresário, réu, que fez parte da Lava-Jato e que se associou a políticos poderosos e corruptos. 



(   ) SERGIO CABRAL.



(   ) ANTHONY GAROTINHO

   
Amigos na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza... 





O CAMARADA DO ANO  -  ROCK BRASILEIRO



(   ) MADE IN BRAZIL




(   ) RENATO E SEUS BLUE CAPS



(   ) MAUK E OS CADILLACS MALDITOS




(   ) PATRULHA DO ESPAÇO

A banda veterana foi indicada por vários internautas aficcionados e, portanto, está aqui por vários méritos.






O CAMARADA DO ANO -  MPB E POP BRASIL






(   ) CAUBY PEIXOTO.


Se ele ganhar será um prêmio póstumo. Incontestavelmente, o maior cantor que o Brasil já teve. A mídia proclama Roberto Carlos, de um lado, e Chico Buarque, do outro. Será??? Quem realmente possui voz dispensa influência e amizades para se manter no topo. O tempo lhe fará justiça. 





(   ) JARDS MACALÉ



(   ) ALCEU VALENÇA



(   ) NANDO REIS.





(   ) JORGE MAUTNER.

Ex-beatnik, escritor, cantor, músico e compositor. É uma lenda viva dos anos 1960 e 1970. Por continuar na ativa em meio a uma época que sobreviver nos palcos já é um tremendo milagre, nada mais justo que o mestre concorrer ao prêmio.   






O CAMARADO DO ANO - POP E ROCK INTERNACIONAL




(   ) KEITH RICHARDS

Quem é a melhor estrela dos Rolling Stones, depois de Mick Jagger? Nos anos 60, a rivalidade já havia sido maior com a presença do carismático Brian Jones, morto, na época, sem nenhuma explicação, com seu corpo encontrado boiando na piscina. Entretanto, nenhum deles foi mais considerado "morto-vivo" que o velho Richards. O roqueiro de couro mais duro da história, resistindo a tudo e a todos, sobreviveu, enfim, às drogas. Em toda a história do rock era um dos preferidos da lista dos necrotérios. Além, do rock, Keith entrou para a história do cinema, em ritmo pop, trabalhando como o pai de Johnny Depp em "Piratas do Caribe" (a partir do terceiro filme da franquia). Em idade, em termos de durabilidade, ele só perde para o Chuck Berry. rsrs
   


(   ) THE  STRYPES.

Quarteto irlandês formado em 2011, somente agora surpreendendo a cena musical.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/07/confira-5-bandas-quentes-da-nova-geracao-do-rock-4548952.html




(  ) ROYAL BLOOD.

O duo de Brighton, Inglaterra, foi formado em 2012, por Mike Keer e Ben Tatcher.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/07/confira-5-bandas-quentes-da-nova-geracao-do-rock-4548952.html





 (   ) THE ORWELLS.

O quarteto indie de Chicago, que está buscando um lugar ao sol de 2009. Quem sabe, se o gosto das rádios brasileiras melhorar, sejamos brindados com o seu som.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/07/confira-5-bandas-quentes-da-nova-geracao-do-rock-4548952.html






(   ) PETE TOWNSHEND.

O nosso homenageado deste ano dispensa comentários. O Sr. Guitarra The Who forever.




(   ) DAVID BOWIE. (in memoriam)

É muito difícil imaginar o mundo sem o Cameleão do Rock, mas ele nos deixou no verão do ano passado, ou seja em 10 de janeiro de 2016, mas não sem antes gravar seu álbum de despedida, Blackstar, pela ISO / Columbia. Enquanto outros astros, em seu lugar, talvez cruzassem os braços esperando a morte chegar, ele provou ser um artista genuíno, até o último minuto. Só por isso merece concorrer postumamente ao Prêmio de Camarada do Ano.   



O CAMARADA DO ANO -  CINEMA E TV BRASIL



(   ) DOMINGOS MONTAGNER.

Ator teatro e TV. Em momento de intensa ascensão na carreira, morre afogado, arrastado pelas águas do Rio São Francisco, no dia 15 de setembro de 2016, período de encerramento das gravação da telenovela "Velho Chico", da TV Globo.




(   ) FABIO ASSUNÇÃO.

Apesar todos problemas com drogas, ele sempre foi um profissional que nunca deixou de colaborar com o trabalho da imprensa e ser acessível com quem lhe mantém na ativa, em outras palavras, os fãs.



(  ) MARIANA XIMENES.



O CAMARADA DO ANO -  CINEMA E TV INTERNACIONAL




(   ) TOM CRUISE.

Se tem um astro que justifica sua existência por décadas no Topo das Paradas, este cara se chama Tom Cruise. Diferentemente do que julgam, ele sempre é o mais dedicado e colaborativo. Não pro acaso, conquistou diretores de cinema renomados como Stanley Kubrick e o próprio Steven Spielberg. Apesar de ter se dedicado nos últimos anos a apenas filmes de ação e de bilheteria fácil, nunca viu seu prestigio cair e é tido como camarada por todos os jornalistas. 




(   ) PAUL DANO

O ator revelação do momento, especializou-se em tipos perturbados, mas também viveu o genial Brian Wilson, dos Beach Boys no cinema, em "Love & Mercy".



(   ) CARRIE FISHER.

Um ano triste com muitas mortes, pois quem imaginou que mãe e filha partiriam juntas. A eterna Princesa Leia, de Star Wars, morreu um dia antes de Debbie Reynolds, outra atriz clássica do cinema americano ("Cantando na Chuva" e "A Conquista do Oeste"). Sem grandes momentos, durante a década de 1980, Carrie colecionou aparições nada marcantes como "Harry and Sally" e "Meus Vizinhos São Um Terror", teve a chance de atuar em "Hannah e Suas Irmãs", de Woody Allen. Há muito tempo os fãs esperavam o renascimento da saga de "Guerra nas Estrelas" com uma nova trilogia, ambientada 30 anos depois da morte de Darth Vader. Em 2015, a atriz voltou as telas com o elenco original e novos atores em "Star Wars - O Despertar da Força". Apesar das críticas, o filme foi sucesso de bilheteria.  Carrie teria um novo momento em "Star Wars VIII", mas a tragédia bateu em sua porta antes da nova colheita em 2017. Por essas e outras, ele concorre a Camarada do Ano.



O CAMARADA DO ANO - POLITICA BRASILEIRA 






(   ) MARCONI PERILLO (PSDB). 







(   ) IRIS REZENDE (PMDB).


  




(   ) LASIER MARTINS (PDT). Senador.




ANA AMÉLIA LEMOS. (PP). Senadora.


O CAMARADA DO ANO  -  PERSONALIDADES




   (   ) SÉRGIO MORO. Juiz.




(   ) MARCO ANTONIO VILLA.

Historiador preferido dos internautas. Apontado por não deixar se levar pela lavagem cerebral de uma esquerda radical que já deixou de ser esquerda há muito tempo, escreveu vários livros e diariamente tece críticas ácidas sobre a cena política brasileira no Jornal da Jovem Pan FM - SP.




(   ) JAQUELINE PASCHOAL.

Advogada que ganhou notoriedade ao pedir o Impeachment da Presidenta Dilma Roussef. 





(   ) MARCELO RESENDE.

Jornalista e apresentador do programa Cidade Alerta, na Rede Record. O simpático profissional, apesar de ser obrigado a noticiar tragédias, crimes e escândalos do cotidiano brasileiro, criou um tom leve, destacando-se pela simplicidade e bom humor. Apesar do sotaque marcadamente baiano, com frases de efeito, ele fez seu público.







(   ) RICARDO BOECHAT.

Jornalista e comentarista do Jornal da Band.






OBS. OS VOTOS PARA CADA CANDIDATO PODEM SER COLADOS POSTADOS EM COMENTÁRIOS.



Grato pela atenção.