segunda-feira, 10 de março de 2014

FUGHETTI LUZ, O FRONTMAN DAS BANDAS LIVERPOOL E BIXO DA SEDA, RESPECTIVAMENTE DOS ANOS 60 E 70, MESMO AFASTADO DOS PALCOS, CONTINUA SENDO UM DOS IMORTAIS DO ROCK






Texto de Emerson Links.


   O cantor e compositor que introduziu canções originais nos primórdios do rock gaúcho comemora hoje mais um ano de existência, distante na neurose urbana, vivendo na maior paz no litoral do Rio Grande do Sul. Seus serviços prestados a história do rock brasileiro nem sempre são reconhecidos em pseudo-livros que "tentaram" contar a história do rock do seu tempo. Com exceção de "Fughetti Luz - O Rock Gaúcho", de Gilmar Eitelvein, livro publicado através do Fumproarte, e citações no "ABZ do Rock"  e "Rock Brasileiro", de Albert Pavão, muito pouco se falou desse artista genial, de alma delirante (no bom sentido), genuinamente anti-sistema e certamente um dos primeiros hippies do Brasil.
   Personalidade lendária da história do rock nacional, Marco Antônio Figueiredo Luz nasceu em Salto, Rio Grande do Sul, a 10 de março de 1947, filho de Leonita e João Luz, o segundo dos três filhos do casal, e que na fase adolescente, assumiu o cognome artístisco de Fughetti Luz. Criado no IAPI, bairro portoalegrense que possuía uma rede de condomínios idênticos aos de Liverpool, na Inglaterra, desde cedo sentiu uma grande atração pela música, em especial, o rock and roll. Durante sua infância viu o desabrochar da "nova música", com o surgimento de Bill Haley e seus Cometas, Elvis Presley, Chuck Berry e todas as bandas de sucesso emergentes. Fughetti ainda era um menino no desenrolar dos anos 1950 e, sendo assim, não podia sair à noite para exercitar o rock and roll, ritmo representava os anseios da juventude. Para quem ainda não sabe, antes do rock só existia música para pessoas adultas. Jovem não tinha voz ativa e levava uma vida de submnissão e conformismo. A grande força mundial do rock através dos discos e filmes de cinema influenciou toda uma geração. Fughetti Luz faria parte sa segunda ninhada de roqueiros que surgiriam nos anos 1960. No lugar de Elvis Presley, Chuck Berry, Little Richard & Cia, entraram em cena The Beatles, The Rolling Stones, The Animals e muitos outros. No lugar do rockabilly e do rhythm and blues desencadeou-se uma metamorfose do blues, do soul, do country e do folk. No Brasil, Celly Campello, Sérgio Murilo, Carlos Gonzaga Tony Campello, The Blue Jeans Rockers e o grupo Betinho e seu Conjunto deram o ponta-pé inicial, mas em 1959, Renato e seus Blue Caps emplacou com apresentações pioneiras mesmo sem gravar discos ainda. O mesmo valia para os principais nomes da turma do Clube do Rock de Carlos Imperial (leia-se Roberto Carlos, Erasmo, ambos ainda sem um registro "rock and roll" em vinil). Consequentemente, outros grupos já se aqueciam nesse período como The Jordans, The Jet Black's, The Clevers, isso sem falar naqueles que gravaram para o selo Young, The Avalons, The Rebels, o guitarrista Gatto e muitos outros. Ainda em 1959, novos cantores tiveram vez neste selo, tais como Demétrius e Hamilton DiGiorgio. George Freedman, nesse mesmo ano, saiu pela gravadora California e Ronnie Cord pela Copacabana em julho de 1960. Até a cantora Sonia Delfino estreou no cinema em "Um Candango na BelaCap" e logo fez sucesso com "Diga Que Me Amas", e depois de gravar samba, Celia Vilella, em 1960 começou a gravar rock and roll pela gravadora RGE. Mas se eu ficar aqui, falando de um a um, antes da jovem guarda, o texto muda de direção. Não é mesmo? Caberá uma futura reportagem somente sobre esse assunto.
  Pois bem... No meio disso tudo, no final da década de 1950, longe das capitais do centro do país, o menino Fughetti Luz ainda vivia anônimo no bairro IAPI, recuperando-se parcialmente da paralisia que contraíra anos antes. Tal problema nunca foi obstáculo para se destacar entre os demais, como ele mesmo conta num trecho do livro escrito por Eitelvein: "(...) Eu era rebelde: tudo que não me deixavam fazer, eu fazia. Não podia jogar bola, eu jogava futebol nos campos do IAPI; diziam para não andar de bicicleta, aprendi a andar com uma perna só, ia tomar banho no Guaíba com um monte de moleques. Sempre fui perturbador, só fazia arte. Tive uma infância muito boa e tudo foi uma superação, uma forma de me impor ao meio. (...). Me considero uma pessoa feliz, a paralisia foi um presente na minha vida, me ensinou a ser mais legal, mais maluco".
   Percorrendo uma caminho de artista autodidata, Fughetti criava suas composições pegando músicas conhecidas e colando suas letras por cima. Era o recurso que estava disponível naquele momento, uma referência que o levaria a inventar uma maneira própria de impor a sua arte. Por volta dos 12 anos de idade, costumava sentar na porta de acesso do edifício que morava com um violão nos braços. A coisa ia fluindo, na medida que dedilhava as cordas experimentava novas sensações que o colocariam num processo de criação adequado. Como se não bastasse já havia a influência do irmão mais velho que tinha estudado no Instituto de Belas Artes e era quem também trazia discos de todos os estilos para ouvir no apartamento. Foi assim que Fughetti abriu sua mente e ouvidos para o rock and roll. Até onde se sabe, apesar de ter curtido a bossa nova e a música popular da época (Elis Regina era sua vizinha no IAPI), sua maior influência em matéria de rock foi Chuck Berry. Fughetti se identificava com o jeito de compor do músico americano, que era hábil em retratar o cotidiano do adolescente comum da época. Apesar pelo interesse inicial pela percussão, Fughetti Luz estava presdestinado a cantar e compor. O desenvolvimento do seu talento se deu nas chamadas "Rodas de Som" na Vila. Todos os seus amigos e vizinhos se reuniam regularmente para tocar embaixo das figueiras da praça e atrás do seu edifício. Andavam sempre em bando fazendo algum tipo de "som". Não era só rock and roll, rolava de tudo. Segundo Fughetti, a gestação da banda Liverpool começou quando o primeiro músico, Mimi Lessa, que tocava pífaro na banda do Colégio Parobé e também cavaquinho na Academia de Samba no IAPI, apareceu nas redondezas. O debut de Fughetti Luz como cantor solo foi em 1963, na ilha do Clube do Zequinha, no Rio Guaíba, na quadra de futebol de salão. Nesse dia dia, Fughetti tinha um ilustre participante no grupo que o acompanhou, o jovem Luís Wagner, dos Jetsons, que mais tarde seria batizado como Os Brasas. Logo em seguida, Fughetti participou do primeiro festival de música brasileira em Porto Alegre, acompanhado pelo melódico Je Reviens. Até em programas de TV que testavam calouros, ele tentou a sorte sem fazer feio. Mimi Lessa, seu futuro companheiro de banda de rock, fazia parte de um grupo chamado The Best. Na verdade, segundo o próprio Fughetti, foi o Mimi que sacou seu talento como cantor e que o levou para a banda Liverpool. Na época, tal grupo, ainda ilustre desconhecido do grande público, era comandado por Carruíra, músico de relativa notoriedade no bairro Jardim Itú, zona norte de Porto Alegre. Como o sentimento de colocar uma música relevante na cena gaúcha era uma constante, o grupo Liverpool passou por uma reforma. A nova formação trouxe os irmãos Mimi Lessa, Fughetti Luz, Vinícius (primo de Mimi), Alemão Roy, o baterista Vico e o próprio Carruíra. Essa formação durou de 1965 a 1967, até o ingresso de Peko Santana, Marcos Lessa (irmão de Mimi) e Edinho Espíndola (o novo baterista). Também atuando como banda de baile, o Liverpool não ficou tão atenado na jovem guarda como ficaria com a tropicália. A fama de grande grupo atestada pelo público regional logo impulsionou o Liverpool para ser atração do programa GR Show, sob o comando de Glênio Reis, e a excursionar por todo o Rio Grande do Sul. Ao contrário da maioria das bandas que faziam covers dos Beatles ou de ídolos da jovem guarda, o Liverpool buscava identidade própria. O primeiro trunfo do grupo foi misturar com sabedoria ritmos estrangeiros com novos movimentos musicais brasileiros que emergiam dos Festivais da Record e Excelsior e tudo isso bem antes dos Mutantes despontarem como grande banda do novo rock brasileiro. Com o sepultamento provisório da jovem guarda e a nova onda psicodélica influenciando a garotada, os caminhos estavam abertos para o Liverpool se destacar tanto dentro o rock quanto na MPB. Era uma época completamente diferente de hoje, onde muitas bandas tinham carteira assinada com clubes ou mesmo em emissoras de TV. Para o resto do Brasil, os grupos gaúchos mais conhecidos eram Os Brasas e Os Cleans. Infelizmente haviam bandas menores que não conquistaram reconhecimento como Os Felinos, Os Dazzles, Os Trepidantes, Os Maníacos, Os Incendiários, Os Alucinantes, As Brasas e As Andorinhas, Som 4, porque "grande parte desses nomes" estavam comprometidos com "repertórios covers". Finalmente em 1968, com o advento do tropicalismo, a sonoridade genuína do Liverpool obteve reconhecimento do grande público. Fughetti ainda relembra em seu livro: "(...) O Liverpool foi bem aquela história de iniciação, havia mais a vontade de encontrar uma personalidade própria. Um dos nossos empresários batalhou para transformar o grupo num melódico tipo Impacto (N.R: famoso conjunto de bailes de Porto Alegre). Como não conseguiu acabou fazendo outro. (...) Lutei para cantar em brasileiro quando queriam que eu cantasse em inglês música de outros".












   Em 1968, o Liverpool marcou presença no II Festival de MPB da Faculdade de Arquitetura da UFRGS, dando vida a música "Por Favor Sucesso", de Carlinhos Hartlieb. Tirou o primeiro lugar e ganhou o direito de participar do Festival Internacional da Canção (FIC), no Rio de Janeiro. Lá, o Liverpool acabou sendo contratado pela TV Globo, virando sensação e grupo de apoio de artistas integravam o elenco do programa Som Livre Exportação - escudando Elis Regina, Ivan Lins, Gonzaguinha e outros ilustres. Entre um intervalo e outro, o Liverpool foi convidado para fazer a trilha sonora do filme "Marcelo Zona Sul", estrelado pelo então jovem Stepan Necersian. Melhor que isso somente a gravação do primeiro e único álbum, "Por Favor Sucesso", lançado em 1969. Em tal trabalho constavam os melhores compositores jamais vistos, Carlinhos Hartlieb, Hermes Aquino e Laís Marques, justamente em um período que grandes figuras da época como Caetano Veloso e Gilberto Gil partiram para o exílio fugindo da ditadura militar e deixaram uma lacuna enorme na MPB. Lógico que os baianos reconquistaram seu espaço, enquanto que o Liverpool, como se negou a ser banda de baile, voltou para o sul para recriar uma cena regional. Após o verão de 1973, a banda foi extinta. Fughetti Luz e sua esposa, Zefa, haviam decidido viajar pela Europa para respirar novos ares e genêros. O restante da banda ficou no Brasil e acabou montando posteriormente uma nova banda chamada Bixo da Seda.
   A primeira junção da nova banda contou com o guitarrista Zé Vicente Brizola (parente do saudoso político) e os sobreviventes Mimi Lessa, Edinho Espíndola e Peko Santana. Num curto espaço de tempo, entrou também o guitarrista Cláudio Vera Cruz. Pouco a pouco, a banda fez seu nome na capital gaúcha realizando shows nos sábados e domingos à noite nos espaços mais vistosos do ano de 1973. Um deles foi o Clube de Cultura, no bairro Bom Fim. Em seu livro Gilmar Eitelvein descreve o Bixo da Seda da seguinte maneira: "Com uma sonoridade mais pesada e densa que a do Liverpool, o Bixo misturou rock pesado e progressivo trabalhando com compassos diferentes e viajantes como 6/8 e 7/4, inserindo sotaque gaúcho às influências de Pink Floyd, Yes, Focus, Slade, Humple Pie e o lado mais "roll" dos Rolling Stones. (...). Assim iniciou um novo ciclo na carreira de Fughetti Luz que, assim como acontecera com o Liverpool, tornaria-se o homem de frente da banda. É nesse contexto que ele relembra: "O Bixo foi o estágio mais evoluído do Liverpool. Estavamos chegando aonde queríamos, trabalhando com compassos quebrados e diferentes, um som mais pesado, mais roll, mais minha praia".



   Com fim dos Secos e Molhados, mas com o Made in Brazil e O Terço fazendo shows por todo o país, não faltaria oportunidade para uma proposta de banda tão peculiar quanto a do Bixo da Seda. Os elogios da crítica logo consagrariam o primeiro e único álbum da banda, "Bixo da Seda", lançado em 1976. Este trabalho único na história contou com os teclados de Renato Ladeira (The Bubbles) e (A Bolha) e ainda com as guitarras nervosas de Claudio Vera Cruz. O injustiçado músico que participou  heroicamente do disco e é autor de "Dona Yeda", um dos rocks mais cultuados da história do rock gaúcho, mas que infelizmente ficou de fora do LP, na época. Décadas depois, esse clássico de Claudio Vera Cruz seria regravado por outras bandas que surgiriam no pedaço. O músico Egisto Dal Santo, por exemplo, sempre toca "Dona Yeda" quando sobe o palco com sua banda Histórias do Rock Gaúcho. De qualquer maneira, o tema desta matéria é Fughetti Luz, mas seus ilustres companheiros de jornada musical não podiam deixar de ser citados aqui. E Claudio Vera Cruz é um deles, enfim...
   Em tempos que Raul Seixas e Rita Lee revolucionavam no mainstream, o negócio do Bixo era criar uma nova vertente para o rock brasileiro, mais descompromissada com as novas tendências. Claro que, pouco antes, havia encerrado uma banda muito promissora, a Mao Mao, que fazia uma ponte o fusion e o funk-rock herdado da geração Woodstock, mas nada se comparava ao "rock and roll ratão do banhado" protagonizado por Fughetti Luz que, também, fazia bom uso do rock progressivo. As portas estavam tão abertas para isso que o Bixo da Seda entrou na segunda metade da década de 1970 participando dos grandes concertos de rock ao ar livre: Saquarema (RJ), Praia do Leste (PR) e Camboriú (SC). Também subiu nos palcos de grandes teatros como o Mistura Fina e Teatro Bandeirantes e até se apresentou em estádios de futebol. Em tempos que o movimento hippie já havia se tornado um modismo, o Bixo da Seda mantinha seu vocalista anti-estabilishment encantando o público com grandes performances. O carisma de Fughetti Luz superava qualquer adversidade existencial. Os músicos, todos eles, sempre instrumentalmente magnificos. Por outro lado, a nova realidade do mercado fonográfico exigia que a banda fosse mais comercial que aparentava ser. Em tempos que ser uma banda "comercial" pegava mal na moral da garotada, o Bixo optou por ser "cool" e o preço a pagar foi alto. Mais uma vez, os músicos se separaram. Fughetti Luz regressou a Porto Alegre enquanto que os demais ficaria no Rio de Janeiro como banda de apoio das Frenéticas. Com a Discotheque entrando na moda em 1977, contratar uma banda de rock para shows era um mau negócio para os proprietários de boates e clubes. Nessa crise estabelecida, a maioria dos artistas solos e músicos de bandas concluíram que o sonho havia acabado e, mais uma vez, o rock genuíno brasileiro voltava para o underground.  Até o final da década de 1980, somente Made in Brazil, O Terço, Tutti Frutti e Casa das Máquinas sobreviveram fazendo seus shows pelo país afora. Era uma lastima ver os Mutantes (anos-luz distante da formação original) se desintegrando e que só conseguiria retornar anos depois, sem Rita Lee. Claro, não dá para esquecer que tinha gente nova no pedaço como o grupo 14 BIS, A Cor do Som, bandas que eram incluídas em trilha sonora de novelas como "Plumas e Paetês", mas isso aí já outra história.





   Fughetti Luz, de certa forma, nunca parou. O que seria da retomada do rock gaúcho nos anos 1980 sem a gravação de "Rockinho" pelo Taranatiriça? E os repertórios para a Bandaliera e Guerrilheiro Anti-Nuclear? "Quando retornei a Porto Alegre não queria mais saber de banda, de cabide. Queria botar minha música na roda e trabalhar com todo mundo, deixar as coisas rolarem sem me prender a nada ou precisar responder pelos outros. Já tinha passado pela história de banda, não aguentava mais ir pra garagem ensaiar", desabafa Fughetti em seu livro. E completa: "Quando encontrei o pessoal da Banliera eles queriam um repertório de rock and roll e eu queria colocar a minha arte na roda. A primeira música que fiz foi "Rockanalha", em seguida veio "Rotação. As duas foram a mola propulsora de minha criação, até então eu compunha com o Mimi e poucos outros. Sozinho, senti que era diferente".
   Entre um intervalo e outro, Fughetti sempre encontrou oportunidade de subir ao palco e reviver as glórias do passado, como o histórico show no Araújo Vianna, dividindo espaço com o Made in Brazil e o Tutti Frutti, nos anos 1990. Ou mesmo no desenrolar da primeira década do século XXI, onde brilhou nos palcos do "Berço do Rock", em São Paulo, ao lado do Tutti Frutti. Muitos fãs, até hoje, rezam para que um dia, Fughetti Luz abra mão de seu exílio voluntário no litoral gaúcho e retorne, ao menos, em forma de disco. Seu último álbum foi "Xeque-Mate", lançado em 2002. O Bixo da Seda, volta e meia, cai na estrada para uma série de shows pelo país. Mesmo com seus integrantes vivendo em cidades distantes, a banda não mede esforços para se manter unida. Quem assumiu os vocais no lugar de Fughetti Luz foi o músico Marcelo Guimarães, ex-Fu Wang Foo e atual banda Robô Gigante, que por sinal traz de volta o próprio baterista Edinho Espíndola, do Bixo sa Seda. Ao lado desta nova grande banda também estão instrumentaistas lendários como Marcelo Truda (Taranatiriça) e Flu (DeFalla) .Em tempo: A Robô Gigante irá se apresentar na noite de 19 de março, às 22 horas, no Bar Ocidente, em Porto Alegre. No entanto, a maior surpresa de todas pode ser encontrada na canção, "A Hora e a Vez", gravada pela Robô Gigante, com a participação mais que especial de Fughetti Luz. É grátis e pode ser encontrada através deste link: Pra saber mais, vai aqui http://goo.gl/c52o4S — com Marcelo Guimarães e outras 4 pessoas.   
   Neste ano ainda temos muito para comemorar, afinal, o primeiro álbum da banda Liverpool estará completando 45 anos de existência na discografia do rock gaúcho e brasileiro. Isso deixa claro que teremos uma nova pauta em breve. Até lá. Enquanto isso, deixo aqui os meus parabéns ao Fughetti Luz, o aniversariante do dia, e que a memória de sua obra resista a malha infalível do tempo.    





Robô Gigante: da esquerda para a direita - Marcelo Truda, Flu, Edinho Espíndola e Marcelo Guimarães.


PARA CONHECER MAIS A TRAJETÓRIA DE FUGHETTI LUZ ASSISTA OU OUÇA NO YOU TUBE:















6 comentários:

  1. bahhh du Cara... meu Irmão. Ótima reportagem adorei as citações dos garotos de liverpool, principalmente o filme é realmente muito bom EMERSON LINKS


    VALEU GRANDE

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  3. Favor ler atentamente o texto, Luiz Henrique. Além do mais, a dura jornada da madrugada sempre exige uma revisão posterior, pois os músicos quando dão depoimentos omitem informações ou perdem a noção de tempo e espaço com o avançar das gerações. Grato.

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  4. Texto excelente do mago, Emerson links....foi uma jogada imbatível: XEQUE-MATE!!!

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    1. Obrigado pelo sempre valioso comentário, radialista Sylvinha. Um abração.

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  5. Adorei a reportagem já que admito minha ignorância e nada sabia sobre este grande ídolo, mas vc sempre trazendo cultura, só tenho agradecer, hoje nosso ídolo está com 70 anos, admirável e maravilhoso saber que vive por essas lindas bandas do Sul!!! bjjjus Emerson, que Deus continue iluminando seu caminho, pois vc é uma jóia rarissima no meio da Arte!!!!

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